O Fantástico Mistério de Feiurinha em forma de carta
Olá querida Mamãe.
Hoje eu vou te contar sobre o livro que se chama "O Fantástico Mistério de Feiurinha".É um conto de fadas , escrito por Pedro Bandeira, este livro retrata o desaparecimento de Feiurinha Encantado , que era da família Encantado juntamente a ela todas as outras princesas dos contos de fadas.
Um certo dia a Senhora Branca Encantado convocou uma reunião para falar do sumiço de Feiurinha Encantado , Todas as princesas foram ao castelo de Dona Branca Encantado , as princesas perguntaram a todos os autores da região se conheciam a Feiurinha Encantado .Ninguém a conhecia , más quando foram ver , ninguém tinha escrito sua história.Mas a empregada 'Jerusa' conhecia junto a um autor Jerusa contou a história de Feiurinha Encantado e este auto rêescreveu sua história .
Ele conseguiu e Feiurinha renasceu , e todos viveram felizes para sempre
Magia das Letras
domingo, 4 de outubro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Biografia de Maurício de Souza
Biografia de Mauricio de Sousa:
Mauricio de Sousa (1935) é cartunista brasileiro. Criou a "Turma da Mônica", e vários outros personagens de história em quadrinhos. É membro da Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira nº24. O mais famoso e premiado autor brasileiro em quadrinhos.
Mauricio de Sousa (1935) nasceu em Santa Isabel, São Paulo, no dia 27 de outubro de 1935. Filho do poeta Antônio Mauricio de Souza e da poetisa Petronilha Araújo de Souza. Passou parte de sua infância em Mogi das Cruzes, desenhando e rabiscando nos cadernos escolares. Mais tarde passou a ilustrar pôsteres e cartazes para os comerciantes da região. Aos 19 anos mudou-se para São Paulo, onde trabalhou, durante cinco anos, no jornal Folha da Manhã, escrevendo reportagens policiais.
Em 1959, quando ainda trabalhava como repórter policial, criou seu primeiro personagem - o cãozinho "Bidu". A partir de uma série de tiras em quadrinhos com "Bidu e Franjinha", publicadas semanalmente na Folha da Manhã, Mauricio de Sousa iniciou sua carreira. Nos anos seguintes criou diversos personagens - "Cebolinha", "Piteco", "Chico Bento", "Penadinho", "Horácio", "Raposão", "Astronauta", etc. Em 1970, lançou a revista da "Mônica", com tiragem de 200 mil exemplares, pela Editora Abril.
Em 1986, Mauricio saiu da Editora Abril e levou seus personagens para a Editora Globo. Em 1998, recebeu do então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, a medalha dos Direitos Humanos. Em 2006 saiu da Editora Globo e hoje está na Panini, uma multinacional italiana.
Em 2007, Mônica foi homenageada "Embaixadora do UNICEF". Pela primeira vez um personagem de histórias infantis recebe esse título. Na mesma cerimônia, Mauricio de Sousa foi homenageado "Escritor para Crianças do UNICEF". Em 2008 o Ministério do Turismo nomeou Mônica "Embaixadora do Turismo Brasileiro".
A publicação da "Turma da Mônica Jovem", uma linha de personagens com 15 anos de idade, vendeu em 2008, mais de um milhão e meio de exemplares, dos quatro primeiros números da revista. Nas comemorações do centenário da Imigração Japonesa para o Brasil, Maurício criou os personagens "Tikara" e "Keika", que foram incorporados às histórias da Turma da Mônica.
Hoje entre quadrinhos e tiras de jornais, suas criações chegam a cerca de 50 países. O autor já chegou a 1 bilhão de revistas publicadas. Os quadrinhos se juntam a livros ilustrados, revistas de atividades, álbum de figurinhas, CD-ROMs, livros tridimensionais e livros em braile.
Mais de 100 industrias nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase 2.500 itens com os personagens de Mauricio de Sousa, entre jogos, brinquedos, roupas, calçados, decoração, papelaria, material escolar, alimentação, videos e DVDs, revistas e livros. Em 2013, a "Turma da Mônica" comemorou seus 50 anos.
Biografia do Ziraldo
Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. Come�ou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de express�o, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Al�m de pintor � cartazista, jornalista, teatr�logo, chargista, caricaturista e escritor.
Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou f�s em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produ��o de livros para crian�as, e em 1980 lan�ou O Menino Maluquinho, um dos maiores fen�menos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro j� foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, �pera infantil, video-game, Internet e cinema. Uma sequ�ncia do filme deve ser lan�ada em breve!
Seus trabalhos j� foram traduzidos para diversos idiomas como ingl�s, espanhol, alem�o, franc�s, italiano e basco. Os trabalhos de Ziraldo representam o talento e o humor brasileiros no mundo. Est�o at� expostos em museu! Ilustrou o primeiro livro infantil brasileiro com vers�o integral online, em uma iniciativa pioneira. Conhe�a mais detalhes sobre a biografia do Ziraldo, e visite a sua galeria de fotos!
História da Carta no Brasil
Quando queremos solicitar algo para alguém ou responder uma solicitação, fazer uma declaração de amor, despedirmo-nos, argumentar algo que foi dito, escrever diretamente a um leitor de revista ou jornal, contar novidades para o amigo que mora distante, fazer uma comunicação de um fato...ali está a carta!
Essa forma de produção textual existe desde que o homem necessita de comunicação à distância ou, mais precisamente, desde as inscrições rupestres, as quais eram cartas em forma de símbolos.
Aqui no Brasil, temos a carta-registro de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal Dom Manuel I, relatando o descobrimento das novas terras.
As cartas ditas “sociais” eram mais comuns antes do advento da tecnologia. No entanto, com a evolução da informática, hoje temos o e-mail, veículo de informação que transporta vários tipos de cartas a todo o momento.
Atualmente, é muito difícil encontrar pessoas que troquem correspondências escritas à mão. Ao contrário, elas se falam por meio do correio eletrônico, que não precisa nem mesmo de selo, ou seja, de ser pago.
Nessa seção você encontrará as características dos diversos tipos de carta: comercial, pessoal, formal, informal, de amor, de despedida, argumentativa.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Carteiro virtual
nós estamos trabalhando com um projeto que se chama ``Carteiro Virtual`` que possibilita meninos do colégio de Teresópolis nos mandar catas e visitar nosso blog
A menina paquistanesa Malala Yousafzai é um dos grandes nomes da luta pelos direitos das mulheres. Seu engajamento fez com que ela se tornasse, aos 17 anos, a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 2014.Malala queria apenas que ela e suas colegas tivessem o direito de estudar, o que, em seu país, é proibido para meninas. Mesmo perseguida, ela não se calou e nem desistiu de sua luta. Mas, em outubro de 2012, quando voltava da escola, foi atingida na cabeça com um tiro à queima-roupa. A justificativa do porta-voz do talibã é que ela seria um símbolo dos infiéis e obscenidade, uma ameaça contra o Islã.
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Malala discursa ao receber o Prêmio Nobel da Paz
Livros sobre Malala
Depois de um longo período de recuperação, contou sua história no livro "Eu sou Malala" (Ed. Companhia das Letras). "Minha meta ao escrever o livro era erguer a voz em nome de milhões de meninas ao redor do mundo às quais é negado o direito de ir à escola e realizar seu potencial. Espero que minha história possa inspirar as garotas a erguer suas vozes e a abraçar o poder que têm dentro de si", diz.
O tema é discutido também em outras publicações, como o livro da jornalista brasileira Adriana Carranca, que já cobriu a guerra no Paquistão e no Afesganistão e está lançando "Malala, a menina que queria ir para a escola" (Ed. Companhia das Letras).
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Direito das mulheres à educação
Para entender a luta de Malala é preciso saber, primeiro, que no Paquistão, assim como em outros países de ideologias extremistas islâmicas no Oriente Médio, as mulheres não têm os mesmos direitos que os homens. Delas, espera-se apenas que cozinhem e sirvam aos pais e irmãos. Enquanto eles podem andar livremente pela cidade, elas não têm autorização para sair de casa sem que um parente do sexo masculino as acompanhe.
Sempre com o apoio do pai, Malala diz que decidiu muito cedo que, com ela, as coisas não seriam assim, o que era quase impossível perante as leis severas que tentavam controlar desde relacionamentos até atitudes banais do dia a dia, misturando cultura e heranças religiosas para agir contra os direitos das mulheres.
História de Malala
Filha mais velha de um professor, Malala desde cedo teve o incentivo do pai para estudar. Ainda antes do nascimento da filha ele já havia fundado uma escola que recebia meninos e meninas. Como quase nunca os estudantes tinham condições de pagar uma mensalidade, a luta do pai de Malala sempre foi grande para não fechar a escola, já que a família deles também sobrevivia em condições precárias.
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Com o pai, Ziauddin, seu grande incentivador
As coisas ficaram ainda mais difíceis quando o Talibã, grupo político radical, tomou controle da região onde viviam (o vale do Swat, a 160 quilômetros de Islamabad, capital do Paquistão) impondo regras rigorosas. Por várias vezes tentaram fechar a escola ou até mesmo destruí-la. "Escondíamos nossas bolsas e nossos livros sob o xale. Meu pai sempre dizia que a coisa mais bonita nas aldeias era ver as crianças usando uniformes escolares. Mas agora tínhamos medo de usá-los", conta, no livro.
Apesar disso, Malala, embora ainda muito jovem, não se calou e seguiu firme em seu ativismo. Dava entrevistas, expunha suas ideias e chegou a ganhar alguns prêmios. “Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, diz.
Depois do atentado e de um longo período entre a vida e a morte, ela foi exilada em Londres com toda a sua família. Mas sonha ainda com o dia em que poderá voltar ao seu país e viver livremente. "Acredito firmemente que retornarei. Ser arrancada de uma nação que se ama é algo que não se deseja a ninguém".
Irmãos Grimm
Nascidos em Hanau, Jacob Grimm em 1785 e Wilhelm Grimm em 1786, os irmãos Grimm estudaram Direito junto ao seu pai, mas começaram a se dedicar integralmente à literatura e acabaram deixando a advocacia de lado. No ano de 1830, ambos ingressam em uma universidade alemã como professores. Estudiosos incessantes do idioma alemão, atuaram em campos como História e Filologia. Porém, a grande marca dos Grimm era sua excelência narrativa.
Reconhecidos no mundo inteiro pela qualidade dos contos que produziram desde o começo do século XIX, os irmãos Grimm afirmavam que estavam apenas escrevendo, durante à noite, as histórias que escutavam de camponeses, amigos e parentes durante o dia. Uma das primeiras perguntas feitas quando se estuda o trabalho dos Grimm é a seguinte: por qual motivo eles compilavam tantos contos?
Estudiosos, os irmãos Grimm sabiam que os primeiros povos transmitiram oralmente suas histórias, passando a tradição de pai para filho, de geração para geração. Assim, quando surgiu a escrita, muitos destes contos foram registrados nos monastérios, onde eram redigidos por religiosos. Desta forma, os irmãos começam a pesquisar antigos documentos e iniciar um processo de recolhimento de histórias da Alemanha para a preservação da memória e das tradições populares.
Apenas Dortchen Wild, que era a mulher de Wilhelm, contribuiu com 12 histórias, das quais pode ser citada Rumpelstiltskin, que tem como principal personagem um anão que faz palha se transformar em ouro. Uma das histórias mais famosas da humanidade, Branca de Neve, imortalizada pelo desenho criado nos estúdios Disney, foi passada para os irmãos Grimm por 2 amigas de sua família. A maior parte dos contos, aproximadamente 200, foram ditados por uma camponesa idosa chamada Dorotea Viehmman.
Porém, a maior importância dos irmãos Grimm para a literatura foi a coleta dos contos, que acabou impulsionando outros estudiosos a realizarem o mesmo processo em seus países. Na maioria dos textos dos irmãos, sempre são encontrados personagens como dragões, lobos, monstros, bruxas, entre outras criações folclóricas da população. Provavelmente, histórias trágicas que foram passadas pelo povo aos Grimm, acabaram sendo alteradas para ganharem finais felizes e se tornarem mais leves para a leitura de crianças e adolescentes. Outro aspecto encontrado em várias histórias é a presença das mulheres como agentes que modificam o enredo para o bem ou para o mal.
Um ano marcante para os irmãos Grimm foi 1837, quando demonstraram ideias contestadoras em relação ao rei da Alemanha e foram expulsos da Universidade de Göttingen junto a cinco professores. Quatro anos mais tarde, a Universidade de Berlim convida-os para assumirem cargos de professores novamente. Os dois viveram nesta cidade até seus últimos dias, sendo que Wilhelm veio a falecer em 1859 e Jacob em 1863.
Publicados no ano de 1812, os primeiros contos dos Grimm levavam o nome de "Histórias das Crianças e do Lar", totalizando 51 histórias. Aos poucos, os contos desta obra foram se popularizando ao redor do mundo, sendo reinventados em várias versões e conquistando povos de culturas e idiomas diferentes.
Os contos dos irmãos Grimm são enquadrados no gênero fantástico por apresentarem personagens e cenários imaginários. Um bom exemplo é o conto da Gata Borralheira, no qual elementos sobrenaturais e mágicos aparecem em integração com a realidade. Este conto apresenta mais de 300 interpretações no mundo todo.
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